sábado, 29 de agosto de 2009

Vertigem;

A um passo do chão ou do céu.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

"Aula" de física:

Formação completa em ângulos, catetos, vetores,
Módulos, energia, elétrons,
Egocentrismo, Flagelação, Manipulação,
Ignorância, Prostração. Humanismo?
Aqui não!

Desinteresse, tédio, nojo.

Antônios de minha vida:
Alguém se habilita?

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Caos

On est seul aussi chez les hommes, dit le serpent.
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Sempre.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Crash and burn;

All the stars explode tonight.

domingo, 16 de agosto de 2009

O Brasil

é um desastre social.

sábado, 15 de agosto de 2009

Szívrablás

"- Mindenem itt van, csak a szív kéne, ami még nálad van.".
Kispál és a borz-tól.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Das Beste

(...)
Du hast es wieder mal geschafft
Você fez isto de novo
mir den Atem zu rauben
Tirou o meu fôlego
Wenn du neben mir liegst
Quando você dorme ao meu lado
dann kann ich es kaum glauben
Eu mal posso acreditar
dass jemand wie ich
Que alguém como eu
so was Schönes wie dich verdient hat
Mereça alguém tão bonito como você
(...)

Silbermond - Das Beste

domingo, 9 de agosto de 2009

Homem não chora

Nem por dor
Nem por amor

sábado, 8 de agosto de 2009

Sábado à noite

Matando a agonia com colheradas de brigadeiro.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Esfinge

decifra-me ou devoro-te
.







"Não tenho culpa se tenho horror pelo horror conformado." Lygia Fagundes Telles.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Por favor.

Alguém me dê forças para continuar a viver nesta casa estragada e isolada e fétida e morta. Morta pra mim.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Assis.

Dizem que escrevendo adia-se ou até mesmo evita-se a loucura. Escrever por escrever. Sim, uma válvula de escape bastante eficiente. Existe dentro de mim uma inquietação, uma ansiedade de tamanhos desproporcionais e que me consomem. Eu me sou a todo instante, há uma força violenta que me engole a goles grandes e que me afunda no mais gélido dos oceanos. Perco o fôlego e me ausento do que está acontecendo, da "realidade". Torço as palavras e escorre delas um caldo negro e tóxico que me assusta. Hoje eu sou todo não. Sou eu, ferido.

domingo, 2 de agosto de 2009

?

Ontem voltando para casa, passo por um grupo de quatro amigos que estavam conversando bem alto e ouço:
- É cara, ele matou mesmo... A desgraçada morreu! Eu conheço uns neguim que mata mesmo...
- Ah tem que matar, dependendo enfia a faca no peito e aí já era...

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Aí eu penso:
É em uma sociedade (SIC!) com este tipo de pessoas que eu tenho que viver?