Ser intercambista Magyarországon é:
Tomar sopas todos os dias (no meu caso, morrendo de medo da tojásleves e da halászlé) e quase chorar quando eles quizeram colocar tejföl em pao de queijo (?). É comer turó rudi, boci e receber "fiesta" dos avós. É tomar Pálinka, Tokaji ou "VBK", além de muitos sucos de caixinha, chá gelado e água da torneira (quando nao, água com gás). Dizer sziasztok ou "hellosztok" quando se encontra E quando se despede. Dizer csókolom pras senhoras mas nunca realmente csókolni. É ter sempre um "zsebkendőzinho" por perto. É ser sempre a pessoa que fala mais alto em qualquer lugar. É comer páprika e salame como nunca antes na sua vida. É ganhar queijo "Medves" de velhinhas comunistas no ponto de onibus. É fingir falar só portugues quando a pessoa do busz ou villamos vier cobrar seu jegyet. É ficar feliz toda vez que tiver cserediák találkozó e se encontrar no Westend, na frente da Nyugati Pályaudvár. É morrer de calor em Agosto mas aprender a jogar Tollaslabda; brincar com folhas mortas em Outubro; vencer o inverno em Fevereiro depois de aprender a korcsolyázni e síelni. É estranhar palavras húngaras como "pohár", "kurva", "bunda" e "alma". É confundir, dentre outras coisas, "hülye" com "ügyes", "villamos" com "világos", "földrajz" com "fodrász", "zöldség" com "zöldseg", "tejföl" com "tejszín" e ser MUITO zuado por isso. É morar em Brazília e ser Brazil. É ouvir "Samba de Janeiro" pela primeira vez na sua vida. É descobrir que brasileiras dancando funk nao sao nada comparadas com húngaras dancando qualquer coisa [hahaha]. É amar o seu PAPUCS e amar fazer pirítós!!!
Viver na Hungria é ser király e tirar uma pira e tal...
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